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19 de setembro de 2012

Trilha Pedra Bonita

Por incentivo de uma amiga dei inicio a mais uma atividade de trabalho: voltei a ser guia em trilhas do Rio de Janeiro, função a qual ja exerci anos atras! Mas que tive que parar por falta de tempo, porem o retorno me trouxe uma felicidade enorme que é de sempre estar no meio da natureza, aspirando ar puro e tendo sempre belos visuais pela frente, alem de manter o condicionamento fisico.

No ultimo domingo levei uma turma para conhecer a Pedra Bonita, localizada em São Conrado na Floresta da Tijuca! Seguem fotos e informativo sobre o mesmo!!!


A Pedra Bonita é uma montanha com altitude máxima de 696 metros, coberta, no passado, de floresta de Mata Atlântica. Hoje, existem várias áreas desmatadas cobertas de capim, colocando em risco o processo natural de recuperação da fauna e da flora.

A montanha situa-se entre os bairros de São Conrado e Barra da Tijuca, na Zona Sul da Cidade do Rio de Janeiro.

Apesar da situação atual de degradação, ainda pode ser considerada um dos mirantes mais espetaculares e de fácil acesso da cidade. Lá, podemos encontrar várias atividades esportivas e recreativas tais como: vôo livre, caminhadas e alpinismo.

Você chega à Pedra Bonita através da Estrada das Canoas, em São Conrado.


Flora - A cobertura vegetal original da Pedra Bonita era de Mata Atlântica primária. Hoje, desta mata existem resquícios apenas nas áreas de acesso muito difícil. A mata que encontramos atualmente é uma floresta secundária de Mata Atlântica misturada com várias espécies exóticas.

Fauna - A fauna é constituída, na sua maioria, de pequenos animais como: mico, gambá, paca, tucano, lagarto, cobras, gaviões, entre outros.

Águas - Não existe água em fartura na área. A maioria das nascentes acessíveis ao público são temporárias, dependendo do regime de chuvas. As nascentes perenes também tem seu fluxo afetado pelas chuvas, podendo, em épocas de seca, se tornarem quase secas.

Geral do conjunto Pedra Bonita / Agulhinha da Gávea
  • Acesso: Estradas da Pedra Bonita 740
  • Área total aproximada: 100 hectares
  • Altitude máxima: 693 metros
  • Área desmatada: 15 hectares
  • Altitude da Agulhinha da Gávea: 610 metros
  • Atividades e esportes: vôo livre, alpinismo, caminhadas
  • Malha principal de trilhas mapeada: 5 trilhas e o Caminho da Pedra Bonita. Total de 5 125 metros
  • Trilhas sinalizadas: 2 (trilha da rampa e trilha da Pedra Bonita)
  • Trilha principal: Trilha da Pedra Bonita (1340 metros / ida) – com destino ao topo da Pedra Bonita
  • Infra-estrutura: guarita com portão de controle de acesso, estrada de acesso em piso paviex em estado precário, rampa de decolagem em ferro e madeira para a decolagem de asas delta e parapentes e quiosque com banheiros

Por volta de 1567 foram concedidas as primeiras sesmarias, entre elas a de Manuel de Brito, que compreendia as terras que iam da Gávea até a Tijuca (planície da Barra), por tanto, englobando a Pedra Bonita. Porém, Manuel de Brito nada fez em sua sesmaria pioneira, sendo tornada sem efeito por Mem de Sá, o então Governador-Geral. A Pedra Bonita passou para uma linhagem de proprietários da família Sá, dos Visconde de Asseca, que vão vendendo e partilhando as terras no correr dos séculos.

Dizem as lendas, que o nome Pedra Bonita foi dado por um desses nobres que ao chegar ao seu topo e diante das magníficas paisagens em volta e da própria montanha, a chamou de Pedra Bonita.

A Pedra Bonita foi totalmente desmatada no tempo do Império para que sua cobertura original de Mata Atlântica fosse transformada em carvão. Ficaram apenas alguns resquícios dessa floresta original nos locais de difícil acesso. A partir daí, foi abandonada e não passou pelo mesmo processo de recuperação que ocorreu na área da Floresta da Tijuca. O desmatamento causou o empobrecimento do solo, levado pelas chuvas e pela ação do vento.

Com o desmatamento, a área começou a ser ocupada por pequenos sítios e sua população cresceu bastante. É possível encontrar vestígios arqueológicos de todas estas fazes. Existem desde ruínas de construções coloniais até construções mais recentes, incluindo áreas de plantio, muros de arrimo e artefatos enterrados.

O acesso era feito por um caminho com calçamento de pedra onde atualmente se encontra a estrada de acesso. Ainda hoje existem vestígios desse caminho nas florestas. Nos sítios que foram surgindo na Pedra Bonita eram cultivados vários tipos de culturas entre alimentos e flores, comercializados nas feiras da cidade.

As trilhas da Pedra Bonita foram feitas para o acesso ao desmatamento e para o uso das famílias que lá moravam.

Em 1967, com a transformação da área em Parque Nacional, mais o declínio do valor comercial de algumas culturas lá existentes, a Pedra Bonita teve o seu número de moradores drásticamente reduzido, o que possibilitou o avanço de uma floresta secundária. Porém, esta floresta não conseguiu voltar a ocupar todos os espaços originais por razão de diversos fatores tais como: incêndios, ocupações ocasionais e pequenos desmatamentos.

Atualmente ainda existem 15 hectares cobertos de capim, resquícios de várias culturas exóticas, árvores exóticas, plantações de flores e culturas de subsistência


(Creditos para: http://www.terrabrasil.org.br/p_bonita/pbonita.htm )

A turma no inicio da trilha!

Realmente sou muito pequeno perto desta imensidao!

Pego de surpresa enquanto colocava a camisa!

Hora de ir embora!
Contatos para passeios: Claudio Vieira 7808-1480

7 de abril de 2012

Passeio a Floresta da Tijuca I/2012

Dia 6 de abril de 2012 uma sexta-feira, não, não apenas uma sexta-feira e sim uma sexta-feira santa, feriado! E como sempre feriado faz lembrar que a maioria dos amigos ira sair na noite anterior, encher o pote e dormir até as 13hs do dia do feriado, vão acordar, almoçar na ressaca e assistir televisão. Em seguida pegam no sono e ao acordarem só poderão aguardar o proximo dia chegar, ou seja, menos um dia!

Do contra eu faço muito diferente, assim como os Amigos Ultras e outros loucos corredores eu não fiquei parado e o desafio (nem tanto) foi passear no Parque Nacional da Tijuca, realizando a subida ao Pico da Tijuca, Pico da Tijuca Mirim e refrescando na Cachoeira das Almas!

Na quinta fui dormir tarde, afinal recebi a visita do amigão Leonardo que troux sua princesa Lorena de apenas dois meses pra que eu a conhecesse. Muito linda, muito fofinha, deu atee vontade de ter uma... mas vontemos ao passeio!

Deitiei tarde e cai da cama cedo, fui buscar o amigo Ultra Leo Paes em madureira e leva-lo para o treino no Gericino com outros Ultras, tinha tambem que buscar o Sprint Tenis do Ultra amigo Carneiro que estava com ele! As seis encontrei o Leo Paes e ao chegar no ponto de encontro da largada encontreimuitos Ultras, fiquei feliz por saber que os laços afetivos estão aumentando, contei 14 ultras, muito bom isto! Deu muita vontade de ficar ali, mas meu compromisso era outro e tive que ir embora.

As 7:30 ja estava na Pç. Saens Pena com meu primo Filipi, aguardando a chegada de mais alguns amigos. E as 8hs partimos para o PNT. Alem da minha pessoa e do meu primo nos acompanharam a amiga Barbara e três amigas dela.

No caminho para o parque vi inumeros ciclistas subindo o Alto da Boa Vista, assim como muitos corredores, porem alem de praticar a atividade, tambem corriam um grande risco, pois os carros e onibus passavam tirando um fino minimo. Porque ainda nao ha uma ciclovia nesta estrada?

Ao chegar no PNT prefiri ir de carro ate o Bom Retiro (onde começa a trilha), deixando assim de caminhar 1k numa subida ingrene pela estrada, neste 1k o carro nao desenvolvia mais que a 2º  marcha!!! Porem eh um otimo treino! Ja no Bom Retiro demos inicio aos preparativos: ida ao banheiro, alongamento e aquecimento e muita conversa. Neste momento descobri que vinham mais quatro pessoas, porem iriamos encontra-los no pico!

Inciamos a trilha para o Pico da Tijuca as 9hs e as 10hs ja estavamos no la em cima curtindo o visual. No caminho vi muito lixo deixado por alguns "desprovidos de educação", uma tristeza. A ida foi bem tranquila, terra praticamente seca e sem muitos obstaculos, neste local da um otimo treino de corrida. So ha um ponto onde eh necessario ter muita atenção, em todos os outros os obstaculos sao apenas pedras e galhos no cmainho. A subida não eh tão ingreme, pois a trilha vai serpenteando, tornado a subida bem facil! No final da trilha para acessar o cume existe uma grande escadaria feita direto na pedra, isto sim ja fica radical e da um cansaço bem de leve!

Alem de apreciar o visual do local aproveitar para identificar muitos pontos conhecidos, ficamos conversando e colocando o papo em dia, até que surge algo bem legal, uma Jiboia filhote numa arvore! Muito legal saber que exista a devida fauna do local!

Ficamos aguardando os outros amigos chegarem e fizemos muitas fotos. POis a nossa fotografa Barbara Simmony estava com os dedos em ponto de tiro, não perdia um lance! Eu nao sou fã de foto-pose, por mim tem que ser natural, mas aproveitei para fazer umas "fanfarronices"

Depois visitamos o Tijuca Mirim que eh bem proximo e nao despende muita energia, nem exige cansaço. Apos o lanche seguimos de volta ao bom retiro. E enfim fomos ao ponto que mais gosto! O banho de cachoeira!

A trilha para a cachoeira das almas eh facilima, dura no maximo 15 minutos e sem dificuladades. Ja o banho eh excelente, revigora a alma, a gua gelada bate no corpo e ja faz uma massagem, alem de relaxar toda a musculatura!

O passeio foi otimo, e conhcer pessoas novas tambem. Sair da cidade, mesmo estando nela eh melhor aidna! Triste foi voltar pra casa. AGora seguem algumas fotos do passeio!

Escolhendo o caminho!
Quase toda turma!
Tijuca Mirim e acima das nuves!
Pico da tijuca!
Tijuca Mirim!
Fauna local: Jiboia

OBS: as fotos são cortesia da amiga e fotografa Barbara Simmony

17 de maio de 2011

Informativo sobre a Floresta da Tijuca

Esse informativo é voltado para a galera da minha academia: Academia dos Afonsos. Realizaremos o passeio saindo de sulacap com destino ao Pico da Tijuca e Cachoeira das Almas no dia 29 de maio de 2011. Se alguem estiver interessado pode entrar em contato comigo por aqui mesmo.

Breve historico
"A Floresta da Tijuca localiza-se no município do Rio de Janeiro (RJ), Brasil. Integrante do Parque Nacional da Tijuca (3.972 hectares), é a terceira maior área verde urbana do mundo[carece de fontes], atrás apenas do Parque Estadual da Pedra Branca (12.500 hectares) e do Parque da Cantareira (7.900 hectares).

Trata-se de vegetação secundária, uma vez que é fruto de um reflorestamento promovido à época do Segundo Reinado, quando se tornou patente que o desmatamento, causado pelas fazendas de café, estava prejudicando o abastecimento de água potável da então capital do Império.

A missão foi confiada ao major da polícia militar Archer, que iniciou o trabalho com seis escravos em 1861. Foram plantadas 100 mil mudas em 13 anos, principalmente espécies nativas da Mata Atlântica.

O substituto do Major Archer, o Barão d'Escragnolle, empreendeu um trabalho de paisagismo, transformando a floresta em um belo parque para uso público, com áreas de lazer, fontes e lagos.

Ao longo do tempo, as administrações apresentaram políticas de manejo da flora diferentes, algumas com ênfase à flora nativa, outras, dirigindo maior importância ao aspecto paisagístico, a começar pela introdução de plantas exóticas.

Exemplo dessa difícil convivência é a jaqueira. Aqui introduzida, demonstrou excelente adaptação, convertendo-se atualmente em um problema, uma vez que, pelo seu porte avantajado e o de seus frutos (dos quais sessenta por cento das sementes vingam), é tida quase como uma praga.

A Floresta da Tijuca é uma importante área de lazer com trilhas e espaços privilegiados para prática de esportes, ciclismo, corrida e montanhismo. Dispôe de praças com brinquedos para crianças, espaços reservados para churrascos, confraternizações familiares e comunitárias e restaurantes.

É um local adequado à educação ambiental de crianças e adultos, possibilitando a integração harmoniosa entre o homem e a natureza. A administração do Parque oferece passeios com guia aos sábados e domingos e, mediante agendamento, para escolas e grupos durante a semana. Diferentes empresas especializadas em turismo de aventura e ambiental também realizam passeios pela floresta. Na área cultural, abriga o Museu do Açude.

Suas inúmeras trilhas são mais ou menos demarcadas e sinalizadas. Algumas permitem passeios sem guia; em outras, este é recomendável. Entretanto, não existem restrições, pois o policiamento atua apenas em caráter informativo.

As trilhas são classificadas por diversos níveis de dificuldade, e permitem o contato com a natureza tanto para crianças e idosos, quanto para aventureiros. O Centro de Visitantes da Floresta comercializa mapas e guias a preço de custo. A obediência às regras do parque é imprescindível para a conservação das matas. Turistas podem informar-se a respeito no Centro de Visitantes."

Cascatinha - Entrada do Parque 
Vista aerea da Floresta

Pico da Tijuca

Com 1022 metros de altitude, o Pico da Tijuca é um dos pontos de maior altitude no Município do Rio de Janeiro, e um ótimo local para se observar a grandeza do Parque Nacional da Tijuca. Do seu cume, pode-se contemplar grande parte da Zona Norte e Centro da cidade, além da Pedra da Gávea, Pedra Bonita e Pico do Papagaio. A caminhada começa no Bom Retiro, na sede principal do Parque que fica no bairro do Alto da Boa Vista, aproximadamente 45 minutos da Zona Sul da cidade. A trilha tem 5.5 km de extensão (ida e volta) em terreno acidentado e por diversas vezes íngreme.
Pico da Tijuca
 
Escadaria construída em 1920, para a visita do Rei Alberto da Bélgica ao Pico da Tijuca.
Este pico é o ponto mais alto do Parque Nacional da Tijuca, com 1022 metros de altitude. Segundo Burmeister, a primeira picada até o cimo deste morro, foi aberta em 1853. Em 1885, o Barão d'Escragnolle, sinalizou esta, já então trilha, para auxiliar os excursionistas. José de Alencar em Sonhos d'Ouro, nos conta que, em 1872, esta trilha já era percorrida a pé e a cavalo.
Em 1920, o Presidente Epitácio Pessoa reformou a trilha e mandou que se escavassem na rocha, localizada no topo do pico, degraus ladeados por corrimão constituído por grossas correntes de ferro. Este corrimão com 120 metros de correntes e 62 hastes margeiam os 117 degraus.

Escadaria


Caminho das Almas + Cachoeira das Almas

Galera não achei muitas informaçoes sobre o caminho e a cachoeira, em poucos locais dizem que era um local onde os escravos faziam suas oferendas aos orixás. Alem disto nada mais achei, mas posso dizer que é valido demais o passeio, ainda mais por ter a chance de se refrescar após a subida ao pico da tijuca.





Cachoeira das Almas
Fontes: